Acerca de mim

Este projeto pretende contribuir para a eficiência energética no Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova.
Objetivos do projeto:



Promover o uso mais eficiente da energia elétrica; Incentivar a escola a otimizar os seus consumos;



Divulgar o projeto á comunidade escolar e disseminar as boas práticas de eficiência energética;



Integrar desafios de eficiência energética com os programas das diferentes disciplinas curriculares.

1º Desafio do projeto



Fazer um levantamento do sistema de iluminação artificial e natural do espaço constituido pelos serviços administrativos e zonas de acesso (secretaria, CNO, sala de professores, gabinete de atendimento ao encarregado de educação, gabinete da direção executiva);



Investigar os consumos ao longo de um mês e relacionar os dados com a utilização dos espaços;



Propor para a zona em estudo, um sistema alternativo de iluminação energeticamente mais eficiente.

As fotos do inicio da elaboração do desafio:

Calculo e elaboração de tabelas

Planta da escola

Calculos baseado na fatura de eletricidade

Inicio da elaboração do Blog

Planta Auto-Cad

Planta Auto-Cad
Bem ja vamos no 2º desafio da nossa escola.
Este 2º desafio consiste em:

- Em formular uma ementa que consiste em reduzir a utilização de energia.

3º Desafio


O terceiro desafio do Projeto Eco Challenge foi lançado e estamos prestes a terminar, tendo sido iniciado no dia 10 de abril e com data limite para o envio dos meios de prova dia 1 de maio.

Este terceiro desafio consiste essencialmente na elaboração de um documento onde se apresentem os recursos de fontes de energia renovável ao dispor dos Portugueses, abordando as suas caraterísitcas, as potencialidades e os limites de utilização, numa perspetiva de desenvolvimento sustentável.

terça-feira, 1 de maio de 2012

ENERGIA DAS MARÉS E DAS ONDAS



A energia das marés está contida no movimento de massas de água proveniente da ação das marés. Estas ocorrem num ritual a que se dá o nome de praia-mar e baixa-mar. As marés vivas têm lugar, aproximadamente, a cada 14 dias, nas fases de Lua Cheia e Lua Nova, quando o Sol, a Lua e a Terra estão em linha reta e as marés mortas acontecem quando a Terra, a Lua e o Sol formam um ângulo de 90º ficando apenas visível ¼ da Lua. Outros fatores como a inclinação do plano da órbita lunar sobre a do equador terrestre e a declinação do Sol e da Lua também originam as marés.

A energia das ondas são uma consequência direta da ação dos ventos sobre a superfície das marés e dos oceanos, cuja potência média pode ultrapassar 40-50 kW/m de frente de onda. Relativamente ao modo de extração da energia das ondas há diferentes propostas com tecnologias diversas e em localizações diferentes, (sobre a costa, assentes entre 10 e 25 metros de profundidade e ao largo) como o sistema coluna de água oscilante (CAO), ou o sistema de bóia “OPT Power Buoy”  (Ocean Power Technology), ou Archimedes Wave Swing (AWS) completamente submerso e baseado na absorção pontual, ou o sistema WaveDragon  que permite o galgamento, entre outros. A situação geográfica de Portugal junto ao Oceano Atlântico faz do país um candidato sério ao desenvolvimento deste tipo de energia, com um fluxo médio anual de 30MW/km de frente de onda em águas com 50 m de profundidade e com um potencial de produção elétrica na ordem de 10 TWh/ano, correspondendo a cerca de 20% do nosso consumo. A central da ilha do Pico, de primeira geração tem uma potência instalada de 400KW e a central da Póvoa de Varzim, colocada a 6 km da costa e a 43m de profundidade, tem capacidade instalada de 2 MW.

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