Acerca de mim
- Eco Challenge
- Este projeto pretende contribuir para a eficiência energética no Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova.
Objetivos do projeto:
Promover o uso mais eficiente da energia elétrica; Incentivar a escola a otimizar os seus consumos;
Divulgar o projeto á comunidade escolar e disseminar as boas práticas de eficiência energética;
Integrar desafios de eficiência energética com os programas das diferentes disciplinas curriculares.
Promover o uso mais eficiente da energia elétrica; Incentivar a escola a otimizar os seus consumos;
Divulgar o projeto á comunidade escolar e disseminar as boas práticas de eficiência energética;
Integrar desafios de eficiência energética com os programas das diferentes disciplinas curriculares.
1º Desafio do projeto
Fazer um levantamento do sistema de iluminação artificial e natural do espaço constituido pelos serviços administrativos e zonas de acesso (secretaria, CNO, sala de professores, gabinete de atendimento ao encarregado de educação, gabinete da direção executiva);
Investigar os consumos ao longo de um mês e relacionar os dados com a utilização dos espaços;
Propor para a zona em estudo, um sistema alternativo de iluminação energeticamente mais eficiente.
Fazer um levantamento do sistema de iluminação artificial e natural do espaço constituido pelos serviços administrativos e zonas de acesso (secretaria, CNO, sala de professores, gabinete de atendimento ao encarregado de educação, gabinete da direção executiva);
Investigar os consumos ao longo de um mês e relacionar os dados com a utilização dos espaços;
Propor para a zona em estudo, um sistema alternativo de iluminação energeticamente mais eficiente.
As fotos do inicio da elaboração do desafio:
Calculo e elaboração de tabelas
Planta da escola
Calculos baseado na fatura de eletricidade
Inicio da elaboração do Blog
Planta Auto-Cad
Planta Auto-Cad
Bem ja vamos no 2º desafio da nossa escola.
Este 2º desafio consiste em:
- Em formular uma ementa que consiste em reduzir a utilização de energia.
Este 2º desafio consiste em:
- Em formular uma ementa que consiste em reduzir a utilização de energia.
3º Desafio
O terceiro desafio do Projeto Eco Challenge foi lançado e estamos prestes a terminar, tendo sido iniciado no dia 10 de abril e com data limite para o envio dos meios de prova dia 1 de maio.
Este terceiro desafio consiste essencialmente na elaboração de um documento onde se apresentem os recursos de fontes de energia renovável ao dispor dos Portugueses, abordando as suas caraterísitcas, as potencialidades e os limites de utilização, numa perspetiva de desenvolvimento sustentável.
terça-feira, 1 de maio de 2012
BIOCOMBUSTÍVEIS
Os Biocombustíveis são um tipo de
energia produzido a partir da biomassa. Dentro da categoria dos biocombustíveis
situam-se o Biodiesel (éter metílico) produzido a partir de óleos vegetais ou
animais; Bioetanol, Bio-DME (éter dimetílico), Bio-ETBE, (éter
etil-ter-butílico) produzido a partir do bioetanol, Bio-MTBE (éter metil-ter-butílico) produzido a
partir do biometanol, Biogás (gás) produzido a partir da mistura gasosa de
Dióxido de carbono com gás Metano, Gasóleo
Fischer-Tropsch (hidrocarbonetos sintéticos) Biohidrogéneo (hidrogéneo),
Óleo vegetal puro (óleo) produzido a
partir de plantas oleaginosas e Óleo vegetal tratado com hidrogéneo. Os
biocombustíveis são usados no setor dos transportes e representam uma aposta na
diminuição da dependência das energias fósseis provenientes do estrangeiro bem
como na redução da energia consumida no tratamento dos resíduos e na queima do
metano que não é lançado para a atmosfera. Desta forma, os biocombustíveis
desempenham um papel importante no conjunto das energias renováveis, ao
reaproveitar os resíduos urbanos sólidos urbanos, da indústria agroalimentar e
do setor agropecuário contribuindo também para a melhoria do ambiente.
BIOMASSA
A biomassa é a massa biológica, isto
é, a quantidade de matéria orgânica produzida numa determinada área de um
terreno e produz energia a partir de processos como a combustão de material
orgânico originado produzido e acumulado nos ecossistemas. Embora a combustão
de biomassa provoque a liberação de dióxido de carbono na atmosfera, o
equilíbrio de emissões de CO2 é nulo, porque aquele composto é
previamente absorvido pelas plantas que deram origem ao combustível. O termo biomassa
tem sito muito utilizado nos últimos anos, em função das preocupações
relacionadas com as fontes de energia, sendo capaz de gerar gases que são
transformados na energia resultante da decomposição florestas, detritos e
subprodutos da floresta, efluentes de indústrias agroalimentares e de
explorações agropecuárias, resíduos de culturas agrícolas, lixos e detritos dos
centros populacionais, culturas genéticas, materiais orgânicos como, por
exemplo, estrume, madeira, resíduos agrícolas, restos alimentares e tudo quanto
seja considerado material biológico.
Em Portugal, mais de 50% da energia consumida no setor doméstico é originária da lenha, para cozinha, aquecimento do ambiente e da água. Este consumo verifica-se sobretudo em meios rurais e, em virtude do recurso crescente à lenha para queima em lareiras, nos centros urbanos. Assim, a biomassa florestal é, por um lado uma fonte de energia e por outro um fator de proteção ao ambiente.
Através
da fotossíntese as plantas captam energia luminosa e transformam-na em energia
química através da reação: CO2 + H2O Compostos Orgânicos + O2 ,correspondendo
a 21x104 e 38x104 J. A energia térmica produzida também
pode ser convertida em energia mecânica e elétrica em quantidades bastante
significativas.
A
nível mundial, as reservas de biomassas que se localizam nas zonas de matas e
florestas representam 92% do total mas as que se encontram nas terras
cultivadas abrangem apenas 1% do total. A potencialidade energética da biomassa
mundial está avaliada em 25x1021J, valor este que se aproxima da
potencialidade energética das atuais reservas de petróleo que é da ordem de
27,5x1021J, só que com uma condição mais favorável e com maior
potencial devido à sua capacidade de renovação a uma taxa de 1,8x1021J/ano.
A utilização dos combustíveis como fonte de energia térmica representa 6% do
consumo mundial, atingindo 95% nos países subdesenvolvidos e em vias de
desenvolvimento. Hoje consomem-se 1,3 biliões de m3 de lenha, o que
equivale a 300 milhões de toneladas de petróleo. Em Portugal, cerca de 9% do
que consumimos tem origem na lenha, isto é, aproximadamente 1,1 milhões de
toneladas de petróleo. Com as diferentes crises do petróleo e o elevado custo
da sua importação, acentuou-se o interesse pelo aproveitamento de subprodutos e
desperdícios da exploração florestal como matéria-prima para a produção de
energia.Em Portugal, mais de 50% da energia consumida no setor doméstico é originária da lenha, para cozinha, aquecimento do ambiente e da água. Este consumo verifica-se sobretudo em meios rurais e, em virtude do recurso crescente à lenha para queima em lareiras, nos centros urbanos. Assim, a biomassa florestal é, por um lado uma fonte de energia e por outro um fator de proteção ao ambiente.
ENERGIA DAS MARÉS E DAS ONDAS
A energia das ondas são uma consequência direta da ação dos ventos sobre a superfície das marés e dos oceanos, cuja potência média pode ultrapassar 40-50 kW/m de frente de onda. Relativamente ao modo de extração da energia das ondas há diferentes propostas com tecnologias diversas e em localizações diferentes, (sobre a costa, assentes entre 10 e 25 metros de profundidade e ao largo) como o sistema coluna de água oscilante (CAO), ou o sistema de bóia “OPT Power Buoy” (Ocean Power Technology), ou Archimedes Wave Swing (AWS) completamente submerso e baseado na absorção pontual, ou o sistema WaveDragon que permite o galgamento, entre outros. A situação geográfica de Portugal junto ao Oceano Atlântico faz do país um candidato sério ao desenvolvimento deste tipo de energia, com um fluxo médio anual de 30MW/km de frente de onda em águas com 50 m de profundidade e com um potencial de produção elétrica na ordem de 10 TWh/ano, correspondendo a cerca de 20% do nosso consumo. A central da ilha do Pico, de primeira geração tem uma potência instalada de 400KW e a central da Póvoa de Varzim, colocada a 6 km da costa e a 43m de profundidade, tem capacidade instalada de 2 MW.
ENERGIA HÍDRICA
A energia
hídrica também conhecida como energia hidráulica obtém-se a partir de uma massa
de água. Esse tipo de energia é muito conhecido porque faz parte da nossa vida.
As centrais hidroelétricas situam-se em barragens de grande capacidade,
superior a 10MW, ou de média capacidade, inferior a 10MW. Aproveitam os
desníveis naturais, (ou construídos) dos rios para utilizarem a força do caudal,
transformando a energia potencial da massa de água em energia cinética, através
da diferença de nível entre a albufeira e o rio, a jusante da central, fazendo
rodar as turbinas e os geradores para a transformar em energia elétrica. Devido
ao elevado rendimento deste tipo de energia (cerca de 80%) e às condições para
a sua instalação, assiste-se a um potencial crescente de construção de
barragens em Portugal, principalmente na zona norte do País, onde o relevo
apresenta condições mais favoráveis à sua exploração.
ENERGIA GEOTÉRMICA
A
energia geotérmica é a energia que se obtém a partir do calor do interior da
terra. O gradiente geotérmico mostra que a temperatura aumenta em média, cerca
de 33ºC/km de profundidade, mas em determinadas zonas do planeta o gradiente
pode ser bem mais elevado 50゚C/100m.
Esta situação é explicada pela presença provável, a alguns milhares de metros sob a
superfície da Terra, das rochas magmáticas ligadas a fenómenos vulcânicos
recentes ou uma elevação local do manto. A energia geotérmica é aproveitada
para aquecimento do ambiente e das águas em zonas de baixa entalpia e para a
produção elétrica nas zonas de alta entalpia, cujo valor de gradiente é
superior a 150ºC e onde se podem atingir temperaturas até 300ºC, a
profundidades de 500m e 2 000m. Contudo, esta energia geotérmica não é
abundante e a sua avaliação difícil. Para determinar
a existência de uma jazida geotérmica de alta entalpia, é necessário
verificarem-se as seguintes condições: (i) uma
fonte de calor, como, por exemplo, uma bolsa de magma que aquece, por condução,
as rochas á sua volta;
(ii) uma rocha reservatório, suficiente porosa e
impermeável para que o fluido geotérmico possa circular e ser aquecido; (iii) um fluído (água), normalmente água da chuva, que se infiltrou por
falhas desde a superfície; (iv) por
vezes, uma rocha impermeável situada sobre a rocha reservatório, a qual permite
manter o jazigo sob pressão e dificultar as perdas de calor.
Desde os tempos ancestrais que este tipo de energia tem sido usado, mas o primeiro sistema de distribuição de calor urbano foi construído em Chaudes-Aigues (França) no séc. XIV e ainda se mantém ativo. Larderello (Itália), a região mais quente de todo o continente europeu, foi a primeira a produzir eletricidade a partir do vapor geotérmico tendo atualmente uma produção de 400 MW de potência elétrica. Em Portugal, nos Açores a utilização da geotermia faz-se há centenas de anos. Na ilha de São Miguel, a Central Geotérmica do Pico Vermelho produz 80 GWh por ano.
Desde os tempos ancestrais que este tipo de energia tem sido usado, mas o primeiro sistema de distribuição de calor urbano foi construído em Chaudes-Aigues (França) no séc. XIV e ainda se mantém ativo. Larderello (Itália), a região mais quente de todo o continente europeu, foi a primeira a produzir eletricidade a partir do vapor geotérmico tendo atualmente uma produção de 400 MW de potência elétrica. Em Portugal, nos Açores a utilização da geotermia faz-se há centenas de anos. Na ilha de São Miguel, a Central Geotérmica do Pico Vermelho produz 80 GWh por ano.
ENERGIA SOLAR
A
energia solar pode ser aproveitada através de três processos: (1) térmico, para
aquecimento que pode ser dividida nos sistemas ativos e passivos; (2) fotovoltaico,
transformando-a em eletricidade e (3) químico, no processo de fotossíntese dos
vegetais.
Os
painéis fotovoltaicos são constituídos por material semicondutor, silício,
constituinte da areia e por substâncias dopantes que aumentam a capacidade de
transformar a radiação solar em potência elétrica. As células fotovoltaicas,
com terminais em metal para absorver os eletrões livres e concentrar a energia,
produzem potências elétricas de 1,5 W, correspondendo a uma tensão de 0,5 V e
uma corrente de 3 A, e são ligadas em série ou paralelo para formarem os
módulos ou os painéis fotovoltaicos com capacidade de atingir potências entre
50 e 100 W. A corrente elétrica contínua produzida pelos painéis fotovoltaicos
é transformada em corrente alternada através de um inversor para que possa ser
utilizada. Os sistemas fotovoltaicos que estão ligados à rede de distribuição
de energia precisam de um Posto Transformador (PT) e os que não estão ligados à
rede precisam de baterias e de controladores de carga para poderem armazenar a
eletricidade produzida e proteger das sobrecargas e descargas totais.
Os painéis solares têm de ser instalados e orientados por técnicos especializados para obtenção do melhor perfil de produção de energia, colocando-os numa posição inclinada com um ângulo igual ao da latitude em que se encontram para maximizarem a radiação solar, diária e anual. Hoje em dia, já se podem acoplar dispositivos automáticos (tracking) que seguem o sol e orientam o painel na sua direção aumentando exponencialmente a produção elétrica.
Como a radiação solar é variável ao longo do dia, de acordo com a época do ano, com as condições climatéricas e com a localização geográfica, a quantidade total de radiação solar é expressa em termos de horas de pico solar, cuja potência é de 1000 W/m2, e a energia resultante é de 1 kWh/m2. Portugal tem excelentes condições climatéricas para o desenvolvimento de um sistema de produção de energia solar, pois o número médio anual de horas de sol varia entre 2 200 e 3 000 enquanto na Alemanha varia entre 1 200 e 1 700h. A radiação solar média em Portugal é de 1500 kWh/m2/ano e cada metro quadrado de painel solar produz cerca de 0.7kWh/m2/dia.
ENERGIA EÓLICA
SERVIU DE APOIO À SESSÃO COM
Serviu de apoio à sessão temática com o 5ºA, no dia 27 de abril, 2012, no Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova.
Todos muito motivados e como discutiram o tema! A geração mais nova está muito atenta ao que a rodeia! Tem uma consciência ambiental muito bem definida.
ASSIM TEMOS FUTURO!
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SESSÃO TEMÁTICA E INFORMATIVA
No âmbito do projeto, dinamizámos uma sessão temática, na passada 6ª feira, dia 27 de abril, 2012 para os alunos do 10A do Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-nova, sobre os objetivos do Eco Challenge e eficiência energética, apresentando algumas das conclusões a que chegámos no nosso estudo sobre Energias Renováveis.
| Apresentação do projeto Eco Challenge |
| O Pontapé de saída - Nervosismo? Nada disso, até porque estudámos a matéria. |
| Bom ritmo, boa imagem, bom som! E que ajuda na exploração do tema! Aconselhamos! |
| Boa diposição na sessão, muito diálogo e a mensagem? Passou muito Bem! É preciso apostar nas renováveis! Usar a energia de forma eficiente! Temos de proteger o ambiente! |
| Diferentes tipos de energias renováveis: vantagen e desvantagens |
| O que é preciso fazer? Vai uma ajuda? Então? |
| Atentamente... |
| Centro de recursos ... espaço de trabalho...espaço de aprendizagem... |
Existem diferentes tipos de energia renovável:
Energia
solar - Provém da radiação solar emitida pelo Sol.
Energia
hídrica - Também conhecida como energia hidráulica ,obtém-se a partir de uma
massa de água.
Energia eólica - É gerada pelo vento.
Energia eólica - É gerada pelo vento.
Energia
geotérmica - Obtém-se a partir do calor do interior da terra.
Energia das marés e ondas - A energia das ondas são uma consequência direta da ação dos ventos sobre a superfície das marés e dos oceanos e, por outro lado, a energia das marés está contida no movimento de massas de água proveniente da ação das marés.
Energia da biomassa - É a quantidade de matéria orgânica produzida numa determinada área de terreno e produz energia a partir de processos como a combustão.
Energia das marés e ondas - A energia das ondas são uma consequência direta da ação dos ventos sobre a superfície das marés e dos oceanos e, por outro lado, a energia das marés está contida no movimento de massas de água proveniente da ação das marés.
Energia da biomassa - É a quantidade de matéria orgânica produzida numa determinada área de terreno e produz energia a partir de processos como a combustão.
Proposta de soluções sustentáveis
1. Maior investimento na investigação científica. Este aspeto é fundamental,
na medida em que permitirá inovações e descobertas que permitirão. Por exemplo,
a energia de fusão nuclear e outras energias não poluentes.
2. Políticas fiscais penalizadoras do uso de energias poluentes ou não
renováveis.
3. Politicas fiscais beneficiadoras do recurso a energias renováveis.
4. Considerar as energias renováveis como aspeto inseparável das políticas
ambientais.
5. Repensar e alargar os direitos humanos de modo a incluir os direitos
ambientais. Este aspeto poderia passar por uma nova declaração dos direitos universal
dos direitos humanos, considerando os direitos ambientais como direitos
humanos.
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